Especial Rastan, Parte 4: Barbarian (PS2/GC)

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Barbarian / Warrior Blade: Rastan vs Barbarian Saga – PlayStation 2, GameCube, Xbox (2002)

Sapphire, depois de trabalhar em alguns projetos para a Midway, como a versões domésticas de War Gods e do ultra-violento jogo de luta 3D Bio-Freaks, começou a trabalhar no já atrasado jogo de luta em arena Barbarian. O jogo já era muito esperado desde que foi anunciado, mas quando ele foi lançado, sua apresentação e controles deveras medianos fizeram com que todo burburinho sobre o jogo desaparecesse. Barbarian rapidamente ficou mais famoso por ser o último jogo que a ser publicado pela Titus. Sendo assim, é apenas mais um jogo fraco da empresa que publicou Superman 64 e outros jogos horríveis e infames.

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Por razões que desconhecemos, a Taito escolheu publicar este jogo no Japão. Talvez percebendo que o jogo não venderia bem baseado em suas próprias qualidades, eles rapidamente renomearam o personagem bárbaro mais genérico do jogo de Dagan para Rastan, e mudaram o título do jogo para Warrior Blade: Rastan vs. Barbarian Saga. Não tentaram mudar mais nada no jogo para que se pudesse ligá-lo de forma  mais concreta ao Rastan Saga.

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Os outros personagens são Keela, uma guerreira loira; Corath, um lutador mascarado; 21, um gigante; Phade, uma guerreira com garras; Mongo, uma fera gigante; Eyara, uma garota com pouca roupa e pele verde; Stitch, um esqueleto reanimado; Jinn, um demônio que cospe fogo e Magnus, um espírito flutuante que usa um elmo com chifres.

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Barbarian se passa em diversas arenas em 3D onde você e seus oponentes podem se mover livremente. Similar aos jogos Dead or Alive, as arenas são bem grandes, e você pode ser derrubado para diferentes partes da fase, onde a luta continua. Apesar dos controles serem responsivos o suficiente, falta ao combate aquela pegada visceral dos outros jogos da série Rastan, assim como de outros jogos de luta. Apesar do seu personagem poder correr livremente pela arena no espaço tridimensional (ao invés de poder fazer apenas sidesteps e esquivas, como nos jogos de luta 3D anteriores da Sapphire) a falta de impacto quando se fere um oponente realmente atrapalha muito o jogo.

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A maior falha de Barbarian, entretanto, é a sua falta de personalidade. Isso fica especialmente ruim quando comparado à qualquer outro jogo da série Rastan, onde até as piores versões para computadores domésticos tentaram manter os controles responsivos. Em Barbarian, o combate parece que você está sacudindo sua espada cegamente na direção geral de seu oponente, não importando que combinações você tente executar. As arenas em si também são bem sem graça, faltando tanto detalhes artísticos com um polimento geral. O jogo em si é uma bagunça sem refinamento algum. É de partir o coração ver uma série começar tão bem focada num jogo bom e acabar num produto tão quebrado e sem graça.

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O jogo foi lançado para PlayStation 2 e GameCube. A versão para GameCube suporta quatro jogadores simultâneos, enquanto a do PlayStation 2 suporta apenas dois. Há uma versão para Xbox, que só foi lançada na Europa.

Mais Fotos

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Vídeos

Barbarian (PlayStation 2):

Warrior Blade: Rastan vs. Barbarian (GameCube):

Fim dos Especial Rastan!

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