Especial Dragon Buster, Parte 2: Dragon Buster II

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Por 3 de dezembro de

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Dragon Buster II: Yami no Fūin (ドラゴンバスター II: 闇の封印) – Famicom (1989)

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Capa

Dragon Buster II: Yami no Fūin, que se traduz mais ou menos como “Selo das Trevas”, é um jogo exclusivo para Famicom que não é nada parecido com o primeiro jogo. Na verdade, ele se parece mais com um antigo jogo de computador chamado Hunt the Wumpus.

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Desta vez você controla Carl, um matador de dragões armado de arco e flecha. Você começa num mapa assim como no primeiro jogo, com a diferença de que agora o mapa mostra que fases tem itens úteis. Alguns dos mapas são bem grandes, com alguns tendo até quatro telas. Os temas das fases são os mesmos do jogo anterior, com cemitérios, cavernas, torres e covis de dragão.

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Quando você entra em uma fase, a visão muda para uma câmera vista de cima. O labirinto é coberto por neblina, logo você não consegue ver as áreas da caverna até se mover naquele naquela direção. Uma técnica similar foi usada na versão gráfica de Hunt the Wumpus. O objetivo é caçar monstros, sendo que um deles carrega a chave da fase. Os inimigos geralmente morrem com duas flechas, mas você tem uma quantidade limitada de flechas para usar. Se você disparar uma flecha contra a parede, ela ricocheteará de volta para você te causando dano, o que é bem engraçado mas pode ser bem incômodo quando você está tentando matar um monstro bem de perto. Depois de achar a chave, você precisa encontrar a porta de saída da fase. Algumas fases são enormes – especialmente os covis – e você provavelmente vai se sentir perdido a maior parte do tempo.

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Quando Carl é ferido, sua camisa gradualmente muda de azul para vermelho, indicando sua energia. Felizmente, existem itens que você pode coletar para te ajudar na matança de dragões. Você pode pegar fadas para recuperar a sua energia, aljavas que te dão mais flechas, machadinhas que aumentam o sua força de ataque e um escudo que te dá deixa invencível temporariamente. Há também ‘mímicos’, inimigos que assumem a forma de itens e te atacam se você chegar perto.

A música é praticamente inexistente. Os únicos momentos em que você ouve música é no mapa, na tela de título, enquanto está invencível e quando mata um dragão. Não há nenhuma música nas fases, o que aumenta a sensação de estar perdido e sozinho. Entretanto, isso parece bem estranho num jogo de Famicom, que geralmente tem música de fundo constante, uma em cada fase. Em compensação os efeitos sonoros são muito importantes no jogo. Quando você está perto de um monstro, você pode ouvi-lo, mas não consegue vê-lo. Este é o precursor do mesmo efeito usado no Silent Hill, lançado dez anos depois, onde você tem um rádio quebrado que toca um som de estática quando você está perto de um inimigo. Este é um efeito muito legal, pois você sabe que há algo ali pra te pegar, mas você não consegue ver.

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Graficamente, ele é um pouquinho melhor que a versão para Famicom do Dragon Buster original. Algumas fases tem detalhes, como caixões e pilares derrubados que ocupam algumas partes da fase. Um ponto negativo dos gráficos é que vários lugares parecem iguais, o que torna muito fácil de se perder, então espere gastar até uns vinte minutos em algumas fases.

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Apesar de Dragon Buster II ser um jogo único, ele se torna chato rapidamente. Felizmente, o jogo usa senhas e elas só tem 5 dígitos, bem diferente das senhas enormes que costumavam ser usadas pelos jogos na época.

Vídeos

Hunt the Wumpus:

À Seguir: Dragon Valor!

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